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CBC - Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Journal of the Brazilian College of Surgeons

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9 resultado(s) para: Simbióticos. Infecção. Cirurgia Colorretal. Neoplasias Colorretais. Ensaio Clínico.

Segurança e tolerabilidade da oxicodona de liberação controlada em dores pós-operatórias em pacientes submetidos à operações oncológicas de cabeça e pescoço

Safety and tolerability of controlled-release oxycodone on postoperative pain in patients submitted to the oncologic head and neck surgery

Ismar Lima Cavalcanti, Ana Claudia Geraldino de Carvalho, Mariana Gonçalves Musauer, Vanessa Salóes Rodrigues, Renato Nobre Migon, Nubia Verçosa Figueiredo, Luis Antonio Vane

Rev. Col. Bras. Cir. 2014;41(6):393-399 : Artigo Original

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Objetivo: avaliar a segurança e a tolerabilidade da oxicodona de liberação controlada no tratamento da dor pós-operatória de ressecções oncológicas de cabeça e pescoço. Métodos: estudo prospectivo, observacional e aberto. Foram estudados 83 pacientes com dor de moderada a intensa após operações oncológicas de cabeça e pescoço. Todos receberam anestesia geral com propofol, fentanil e sevoflurano. No pós-operatório, quando apresentaram dor moderada ou intensa, foi iniciada oxicodona de liberação controlada, 20mg de 12/12 horas no primeiro dia e 10mg de 12/12 horas no segundo dia. A frequência e a intensidade de efeitos adversos, a intensidade da dor pós-operatória pela escala verbal numérica e o uso de medicação analgésica de resgate foram avaliadas de 12/12 horas após a administração do medicamento e entre 7 e 13 dias após a última dose de oxicodona. Resultados: os efeitos adversos mais frequentes foram: náusea, vômito, tontura, prurido,insônia, constipação e retenção urinária, sendo a maioria, de leve intensidade. Não ocorreram eventos adversos graves. Em menos de 12 horas após o emprego da oxicodona, ocorreu diminuição significativa da intensidade da dor pós-operatória, que permaneceu até o final do estudo. A medicação de resgate foi solicitada em uma frequência maior quando a dose do opioide foi reduzida,ou após sua suspensão. Conclusão: aoxicodona de liberação controlada demonstrou ser segura e bem tolerada e promoveu diminuição significativa da dor pós-operatória.


Palavras-chave: Procedimentos cirúrgicos operatórios, Dor pós-operatória, Analgesia, Oxicodona, Ensaio clínico

Análise comparativa dos aspectos endoscópicos e histopatológicos das lesões superficialmente elevadas ressecadas por mucosectomias no cólon distal e proximal

Comparative analysis of endoscopic and histopathological features of superficial elevated lesions resected by endoscopic mucosal resection in the distal and proximal colon

Artur Adolfo Parada; Carmen Australia Parede Marcondes Ribas; Filadelfio Euclydes Venco; José Celso Ardengh; Mariana Amaral Reis; Matheus Degiovani; Miguel Reynaldo Varca-Neto; Nildede Rodrigues Diger; Roberto El Ibrahim; Kassia Fernanda Cordova; Marília da Cruz Fagundes; Hamilton Moreira; Luiz Fernando Kubrusly

Rev. Col. Bras. Cir. 2016;43(3):178-184 : Artigo Original

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OBJETIVO: comparar aspectos endoscópicos e histopatológicos de lesões superficialmente elevadas, com um ou mais centímetros de diâmetro, diagnosticadas por videocolonoscopias e ressecadas por mucosectomias do cólon distal com as do cólon proximal.
MÉTODOS: estudo foi retrospectivo, transversal, observacional, envolvendo 8075 videocolonoscopias. Avaliou-se 166 mucosectomias em 145 pacientes com lesões superficialmente elevadas com diâmetro igual ou maior do que 1cm.
RESULTADOS: a prevalência de lesões foi menor no G1 do que no G2 (34,9% x 65%). A média de idade, a distribuição por sexo e o tamanho (1,9cm no G1 e 2cm no G2, p=0,921) foram semelhantes. Não houve diferenças das superfícies em relação à localização (p=0,575). Considerando neoplasia intraepitelial de baixo grau, neoplasia intraepitelial de alto grau (incluindo carcinomas) e hiperplásicas, não houve diferença (p=0,527), assim como quando foram divididas as lesões neoplásicas em serrilhadas e não serrilhadas (p=0,124). Excluindo-se 13 lesões hiperplásicas e duas com carcinomas, 124 (82,1%) foram não serrilhadas e 27 (17,9%) serrilhadas.
CONCLUSÃO: não foram observadas diferenças significativas entre os aspectos endoscópicos e os histopatológicos das lesões superficialmente elevadas, com 1cm ou mais de diâmetro, ressecadas por mucosectomia do cólon distal em relação ao proximal. Embora não significante, há tendência à associação entre a localização da lesão e a presença de características serrilhadas.


Palavras-chave: Neoplasias Colorretais. Endoscopia. Membrana Mucosa. Cólon. Colonoscopia.

Estudo comparativo de técnicas de fechamento temporário da cavidade abdominal durante o controle de danos

Comparative study of abdominal cavity temporary closure techniques for damage control

Marcelo A. F. Ribeiro Jr, TCBC-SP; Emily Alves Barros; Sabrina Marques de Carvalho; Vinicius Pereira Nascimento; José Cruvinel Neto, TCBC-SP; Alexandre Zanchenko Fonseca

Rev. Col. Bras. Cir. 2016;43(5):368-373 : Artigo de Revisão

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A cirurgia de controle de danos, com ênfase em peritoneostomia, geralmente resulta em retração da aponeurose e perda da capacidade de fechar a parede abdominal, levando à formação de hérnias ventrais incisionais. Atualmente, várias técnicas oferecem maiores chances de fechamento da cavidade abdominal, com menor tensão. Deste modo, este estudo tem por objetivo avaliar três técnicas de fechamento temporário da cavidade abdominal: fechamento a vácuo (Vacuum-Assisted Closure Therapy – VAC), Bolsa de Bogotá e Vacuum-pack. Realizou-se uma revisão sistemática da literatura com seleção de 28 artigos publicados nos últimos 20 anos. As técnicas de Bolsa de Bogotá e Vacuum-pack tiveram como vantagem o acesso fácil ao material, na maioria dos centros, e baixo custo, ao contrário do que se observa na terapia a vácuo, VAC, que além de apresentar alto custo, não está disponível em grande parte dos hospitais. A técnica  VAC, por outro lado, foi mais eficaz na redução da tensão nas bordas das lesões, ao remover fluidos estagnados e detritos, além de exercer ação a nível celular, aumentando as taxas de proliferação e divisão celular, e apresentou as maiores taxas de fechamento primário da cavidade abdominal.


Palavras-chave: Abdome. Peritonite. Ferimentos e Lesões. Parede Abdominal. Infecção.

Gênero bacteriano é fator de risco para amputação maior em pacientes com pé diabético

Bacterial genus is a risk factor for major amputation in patients with diabetic foot

Natália Anício Cardoso; Lígia de Loiola Cisneiros; Carla Jorge Machado; Juliana Merlin Cenedezi; Ricardo Jayme Procópio; Túlio Pinho Navarro

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(2):147-153 : Artigo Original

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OBJETIVO: avaliar se gênero bacteriano é fator de risco para amputação maior em pacientes com pé diabético e úlcera infectada.
MÉTODO: estudo observacional do tipo caso-controle de 189 pacientes com úlcera infectada em pé diabético admitidos pelo Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital Risoleta Tolentino Neves, no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2012. A avaliação bacteriológica foi realizada em cultura de tecido profundo das lesões e a amputação foi considerada como maior quando realizada acima do médio tarso do pé.
RESULTADOS: a média de idade dos pacientes foi 61,9±12,7 anos e 122 (64,6%) eram homens. As culturas foram positivas em 86,8%, sendo monomicrobianas em 72% dos casos. Nos pacientes com amputação maior, os gêneros de bactérias mais frequentes foram Acinetobacter spp. (24,4%), Morganella spp. (24,4%), Proteus spp. (23,1%) e Enterococcus spp. (19,2%) e as espécies mais isoladas foram Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Pseudomonas aeruginosa e Proteus mirabilis. Identificou-se como fatores preditivos para amputação maior o isolamento dos gêneros Acinetobacter spp. e Klebsiella spp.,e níveis séricos de creatinina ≥1,3mg/dl e de hemoglobina <11g/dl.
CONCLUSÃO: os gêneros bacterianos Acinetobacter spp. e Klebsiella spp. identificados nas úlceras infectadas dos pacientes com pé diabético associaram-se a maior incidência de amputação maior.


Palavras-chave: Pé Diabético. Úlcera do Pé. Infecção. Amputação.

Incidência de câncer colorretal em pacientes jovens

Incidence of colorectal cancer in young patients

Fábio Guilherme C. M. de Campos, TCBC-SP; Marleny Novaes Figueiredo; Mariane Monteiro; Sérgio Carlos Nahas, TCBC-SP; Ivan Cecconello, ECBC-SP

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(2):208-215 : Artigo de Revisão

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O câncer colorretal (CCR) esporádico é tradicionalmente diagnosticado após a sexta década de vida, embora uma pequena porcentagem de casos seja diagnosticada em doentes abaixo dos 40 anos de idade, e a incidência está aumentando. Existe uma grande controvérsia a respeito da evolução clínica de doentes jovens portadores de CCR em comparação aos mais idosos. Os objetivos deste estudo foram avaliar a prevalência de CCR em doentes jovens, rever a literatura pertinente e discutir suas características mais importantes nesta faixa etária. Para tanto realizou-se revisão da literatura envolvendo doentes com CCR com foco na idade ao diagnóstico. A informação extraída da revisão de literatura demonstrou uma tendência de redução da incidência em pessoas mais idosas com efeito oposto em adolescentes e adultos jovens. Sua agressividade biológica ainda não foi claramente reconhecida, embora seja usualmente diagnosticado mais tardiamente e em associação com características histológicas adversas. Apesar disso, estas características não afetam a evolução. Este aparente aumento na incidência de CCR entre pacientes jovens durante as últimas décadas levanta a necessidade de uma maior suspeita diagnóstica na avaliação de sintomas comuns neste grupo. Assim, programas educacionais devem disseminar informação tanto para população como para médicos a fim de melhorar a prevenção e o diagnóstico precoce.


Palavras-chave: Neoplasias Colorretais. Idade. Incidência. Adulto Jovem. Prognóstico.

Cirurgia no câncer de cólon em pacientes operados de emergência

Colon cancer surgery in patients operated on an emergency basis

Rodrigo Felippe Ramos, TCBC-RJ; Lucas Carvalho Santos dos-Reis; Beatriz Esteves Borgeth Teixeira; Igor Maroso Andrade; Jaqueline Suelen Sulzbach; Ricardo Ary Leal, TCBC-RJ

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(5):465-470 : Artigo Original

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OBJETIVOS: estudar o perfil epidemiológico de pacientes com câncer colorretal operados em caráter de urgência no Hospital Federal de Bonsucesso.
MÉTODOS: estudo retrospectivo de pacientes operados entre janeiro de 1999 e dezembro de 2012. Foram analisadas as seguintes variáveis: idade, sexo, dados clínicos, estadiamento TMN, localização do tumor, sobrevida e tipos de cirurgia.
RESULTADOS: foram avaliados 130 pacientes no período do estudo. O quadro clínico mais observado foi a obstrução intestinal, em 78% dos casos. Perfuração intestinal foi a indicação cirúrgica em 15%. A maior parte (39%) dos pacientes apresentava estadiamento TNM avançado da doença, contra 27% em estágio inicial. Houve 39 óbitos (30%) documentados no período. A localização mais comum da doença foi no cólon sigmoide (51%), seguido do cólon ascendente (16%). A intenção curativa foi realizada na maioria dos casos, sendo o tratamento adjuvante realizado em 40% dos pacientes. Metástases à distância foram encontradas em 42% dos pacientes e 10% apresentaram recidiva documentada da doença. A sobrevida livre de doença em dois e cinco anos foi de 69% e 41% respectivamente.
CONCLUSÃO: houve alta mortalidade e baixa sobrevida em pacientes com câncer colorretal operados de urgência.


Palavras-chave: Neoplasias Colorretais. Obstrução Intestinal. Perfuração Intestinal. Cirurgia Colorretal. Emergências.

Necrose pancreática com infecção: estado atual do tratamento

Management of infected pancreatic necrosis: state of the art

Roberto Rasslan, TCBC-SP; Fernando da Costa Ferreira Novo; Alberto Bitran, TCBC-SP; Edivaldo Massazo Utiyama, TCBC-SP; Samir Rasslan, TCBC-SP

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(5):521-529 : Artigo de Revisão

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A necrose pancreática ocorre em 15% das pancreatites agudas. A presença de infecção é o fator mais importante na evolução da pancreatite. Confirmar o diagnóstico de infecção ainda é um desafio. A mortalidade na necrose infectada é de 30% e na vigência de disfunção orgânica, chega a 70%. Nas últimas décadas, ocorreu uma verdadeira revolução no tratamento da necrose pancreática infectada. Mesmo assim, persiste o desafio e há múltiplas questões ainda não resolvidas: tratamento exclusivo com antibiótico, drenagem percutânea guiada por tomografia, drenagem por via endoscópica, desbridamento extra-peritoneal vídeo-assistido, acesso extra-peritoneal, necrosectomia por via aberta? Foi proposto o tratamento por etapas, “step up approach”, iniciando-se com as medidas menos invasivas e reservando-se a intervenção operatória para os casos em que o procedimento anterior não resolver definitivamente o problema. A indicação e o momento da intervenção devem ser determinados pela evolução clínica. O ideal é que a intervenção seja feita apenas depois da quarta semana de evolução, quando já existe melhor delimitação da necrose. O tratamento deve ser individualizado. Não existe um procedimento que deva ser o primeiro e a melhor opção para todos os doentes. O objetivo deste trabalho é fazer uma análise crítica do estado atual do tratamento da necrose pancreática infectada.


Palavras-chave: Pancreatite. Pancreatite Necrosante Aguda. Infecção. Drenagem.

A administração perioperatória de simbióticos em pacientes com câncer colorretal reduz a incidência de infecções pós-operatórias: ensaio clínico randomizado duplo-cego

Perioperative synbiotics administration decreases postoperative infections in patients with colorectal cancer: a randomized, double-blind clinical trial

Aline Taborda Flesch; Stael T. Tonial; Paulo de Carvalho Contu; Daniel C. Damin

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(6):567-573 : Artigo Original

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OBJETIVO: avaliar o efeito da administração perioperatória de simbióticos na incidência de infecção de ferida operatória em pacientes operados por câncer colorretal.
MÉTODOS: ensaio clínico randomizado de pacientes com câncer colorretal submetidos à cirurgia eletiva e aleatoriamente designados para receberem simbióticos ou placebo por cinco dias antes do procedimento cirúrgico e por 14 dias após a cirurgia. Noventa e um pacientes foram estudados: 49 para o grupo de simbióticos (Lactobacillus acidophilus 108 a 109 UFC, Lactobacillus rhamnosus 108 a 109 UFC, Lactobacillus casei 108 a 109 UFC, Bifi dobacterium 108 a 109 UFC e fruto-oligosacarídeos (FOS) 6g) e 42 para o grupo placebo.
RESULTADOS: infecção de sítio cirúrgico ocorreu em um (2%) paciente no grupo de simbióticos e em nove (21,4%) pacientes no grupo controle (p=0,002). Três casos de abscesso intra-abdominal e quatro casos de pneumonia foram diagnosticados no grupo controle, enquanto não foram observadas tais infecções em pacientes que receberam simbióticos (p=0,001).
CONCLUSÃO:
a administração perioperatória de simbióticos reduziu significativamente as taxas de infecção pós-operatória em pacientes com câncer colorretal. Estudos adicionais são necessários para confirmar o papel dos simbióticos no tratamento cirúrgico do câncer colorretal.


Palavras-chave: Simbióticos. Infecção. Cirurgia Colorretal. Neoplasias Colorretais. Ensaio Clínico.

Aplicação dos escores POSSUM e P-POSSUM como preditores de morbimortalidade em cirurgia colorretal

The applicability of POSSUM and P-POSSUM scores as predictors of morbidity and mortality in colorectal surgery

Maria Emília Carvalho-e-Carvalho; Fábio Lopes de-Queiroz; Breno Xaia Martins-da-Costa; Marcelo Giusti Werneck-Côrtes; Vinícius Pires-Rodrigues

Rev. Col. Bras. Cir. 2018;45(1):1-6 : Artigo Original

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OBJETIVO: aplicar os escores POSSUM e P-POSSUM como ferramenta para predizer morbimortalidade em cirurgia colorretal.
MÉTODOS: estudo de coorte prospectivo de 551 pacientes submetidos à cirurgia colorretal em um hospital terciário de referência em cirurgia colorretal no Brasil. Os pacientes foram agrupados em categorias de risco pré-estabelecidas para comparação entre as taxas de morbimortalidade esperada e observada pelo POSSUM e P-POSSUM.
RESULTADOS: na análise de morbidade pelo POSSUM, a morbidade geral esperada foi significativamente maior que a observada (39,2% x 15,6%). O mesmo ocorreu com os pacientes agrupados na categoria II (28,9% x 10,5) e na categoria III (64,6% x 24,5%). Na categoria I, a morbidade esperada e observada foi semelhante (13,7% x 9,1%). Com relação à avaliação da mortalidade, esta foi estatisticamente maior do que a observada, nos pacientes da categoria III, e no total dos pacientes (11,3% x 5,6%). Nas categorias I e II observou-se o mesmo padrão da categoria III, porém sem significância estatística. Ao avaliar a mortalidade pelo escore P-POSSUM, a mortalidade geral esperada e observada foi semelhante (5,8% x 5,6%). Dos 31 pacientes que morreram, 20,2% foram submetidos a procedimentos de urgência e a sepse foi a principal causa.
CONCLUSÃO: o escore P-POSSUM foi uma ferramenta acurada para predizer mortalidade podendo ser utilizado com segurança neste perfil populacional, ao contrário do escore POSSUM.


Palavras-chave: Indicadores de Morbimortalidade. Cirurgia Colorretal. Mortalidade. Morbidade.

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