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CBC - Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Journal of the Brazilian College of Surgeons

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9 resultado(s) para: Incontinência Urinária por Estresse. Laparoscopia. Resultado do Tratamento. Revisão. Metanálise.

Desempenho profissional, em longo prazo, dos egressos do programa de pós graduaçåo em cirurgia minimamente invasiva

Long-term professional performance of minimally invasive surgery post-graduates

Marcelo de Paula Loureiro, TCBC-PR; Christiano Maggi Claus; Eduardo Aimoré Bonin; Antonio Cury Filho; Danielson Dimbarre; Pedro Trauczinski; Lee Swanstrom

Rev. Col. Bras. Cir. 2015;42(2):130-135 : Ensino

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OBJETIVO: avaliar a contribuição de um programa de pós-graduação na carreira profissional de seus egressos.
MÉTODOS: os participantes foram convidados a responder questionário com perguntas relacionadas a eventuais mudanças em seu desempenho profissional após o término do curso.
RESULTADOS: quarenta e três (76,7%) dos 56 participantes elegíveis para o estudo responderam aos questionários. A maioria dos participantes, 32 (74,4%) já tinha contato prévio com a cirurgia laparoscópica, porém, apenas 14 (32,5%) relataram a experiência como cirurgião principal. As expectativas sobre o curso foram alcançadas ou superadas para 36 (83,7%) participantes. Trinta e sete (86%) incorporaram procedimentos minimamente invasivos em sua prática cirúrgica diária. E também 37 (86%) relataram melhorias em seus rendimentos superiores a 10%, e ainda 12% relataram aumento superior a 100% em seus rendimentos, diretamente relacionado com o incremento da atividade laparoscópica.
CONCLUSÃO: o programa em cirurgia minimamente invasiva proporciona um elevado grau de satisfação aos seus participantes, e os capacita a realizar procedimentos técnicos mais complexos, como as suturas, além de melhorar seu desempenho economico profissional.


Palavras-chave: Laparoscopia. Programas de Treinamento. Habilidade Motora. Ensino.

Ressecções videoassistidas. Ampliação do acesso à cirurgia hepática minimamente invasiva?

Video assisted resections. Increasing access to minimally invasive liver surgery?

Fabricio Ferreira Coelho, TCBC-SP; Marcos Vinícius Perini; Jaime Arthur Pirola Kruger; Renato Micelli Lupinacci; Fábio Ferrari Makdissi; Luiz Augusto Carneiro D'Albuquerque, TCBC-SP; Ivan Cecconello, TCBC-SP; Paulo Herman, TCBC-SP

Rev. Col. Bras. Cir. 2015;42(5):318-324 : Artigo Original

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OBJETIVO: avaliar os resultados perioperatórios, segurança e exequibilidade das ressecções videoassistidas para lesões hepáticas primárias e secundárias.
MÉTODOS: a partir de um banco de dados prospectivo, foram analisados os resultados perioperatórios (até 90 dias) de 25 pacientes consecutivos submetidos à ressecções videoassistidas, no período entre junho de 2007 e junho de 2013.
RESULTADOS: a média de idade foi 53,4 anos (23 a 73 anos), sendo 16 (64%) pacientes do sexo feminino. Do total, 84% eram portadores de patologias malignas. Foram realizadas 33 ressecções (1 a 4 nódulos por paciente). Os procedimentos realizados foram: ressecções não regradas (n=26), segmentectomia (n=1), bissegmentectomia 2/3 (n=1), bissegmentectomia 6/7 (n=1), hepatectomia esquerda (n=2), hepatectomia direita (n=2). Do total, 66,7% dos procedimentos foram em segmentos póstero-superiores, necessitaram de resecções múltiplas ou ressecções maiores. O tempo médio de operação foi 226 minutos (80-420 min) e o tempo de anestesia de 360 minutos (200-630 min). O tamanho médio dos nódulos ressecados foi 3,2cm (0,8 a 10 cm) e as margens cirúrgicas foram livres em todos os espécimes analisados. Foram transfundidos 8% dos pacientes e nenhum caso foi convertido. O tempo de internação foi 6,5 dias (3 a 16 dias). Complicações pós-operatórias ocorreram em 20% dos pacientes, não havendo mortalidade perioperatória.
CONCLUSÃO: a ressecção hepática videoassistida é exequível e segura, devendo fazer parte do armamentário do cirurgião de fígado para ressecções de lesões hepáticas primárias e secundárias.


Palavras-chave: Neoplasias Hepáticas. Hepatectomia. Laparoscopia. Cirurgia Videoassistida.

Laparoscopia no câncer de colo uterino. Estado atual e revisão da literatura

Laparoscopy in uterine cervical cancer. Current state and literature review

Audrey Tieko Tsunoda, ACBC-SP; Carlos Eduardo Mattos da Cunha Andrade; Marcelo Andrade Vieira; Ricardo dos Reis

Rev. Col. Bras. Cir. 2015;42(5):345-351 : Revisão

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O câncer de colo uterino permanece o tumor ginecológico mais incidente no Brasil e em diversos países em desenvolvimento. As técnicas minimamente invasivas, principalmente a videolaparoscopia, têm sido progressivamente mais empregadas nestes tumores. Este artigo tem o objetivo de descrever as principais aplicações da videolaparoscopia no tratamento e no estadiamento do câncer de colo. Para os estádios iniciais, é possível oferecer a cirurgia preservadora de fertilidade, na forma de traquelectomia radical e, em protocolo de estudo, na cirurgia conservadora de função, evitando-se a parametrectomia e a morbidade associada. A histerectomia radical totalmente videolaparoscópica está adequadamente padronizada na literatura e tem a tendência de se tornar o padrão de tratamento nos casos iniciais, para pacientes com prole definida. Nos estádios avançados, a cirurgia minimamente invasiva pode oferecer a transposição ovariana, com intenção de evitar a castração actínica, sem prejudicar o tempo para o início do tratamento radioterápico e quimioterápico. A cirurgia laparoscópica estadiadora, incluindo linfadenectomia pélvica e paraórtica, tem sido alvo de estudos, uma vez que tem o potencial de modificar a extensão do tratamento radioterápico, na dependência da extensão da disseminação linfonodal.


Palavras-chave: Neoplasias do Colo. Laparoscopia. Estadiamento de Neoplasias. Terapêutica. Histerectomia. Excisão de Linfonodo.

Comparação da simpatectomia torácica realizada em níveis altos e baixos para o tratamento da hiperidrose primária palmar e axilar: revisão sistemática e metanálise

Comparison between high and low levels thoracic sympathectomy for the treatment of palmar and axillary primary hyperhidrosis: systematic review and meta-analysis

Gilmar Felisberto Júnior, ACBC-SP; Cláudio José Rubira; João Paulo Sanches Berumudes; Salum Bueno da-Silveira-Júnior

Rev. Col. Bras. Cir. 2016;43(6):486-492 : Artigo de Revisão

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A hiperidrose primária (HP) é uma condição que, independentemente de sua localização, apresenta grande impacto na qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Seu tratamento cirúrgico é feito através da simpatectomia torácica realizada por videotoracoscopia. A padronização da técnica inclui a secção do tronco simpático em diferentes níveis, de acordo com o local dos sintomas. O objetivo desta revisão é avaliar a eficácia da simpatectomia torácica por meio de uma revisão sistemática da literatura, comparando a simpatectomia em diferentes níveis da cadeia simpática.


Palavras-chave: Hiperidrose. Simpatectomia. Cirurgia Torácica Videoassistida. Metanálise.

Perfil das apendicectomias realizadas no Sistema Público de Saúde do Brasil

Profile of the appendectomies performed in the Brazilian Public Health System

Fernanda dos Santos; Gabriel Flamarim Cavasana; Tercio de Campos, TCBC-SP

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(1):4-8 : Artigo Original

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OBJETIVO: analisar o perfil das apendicectomias realizadas no Sistema de Saúde Pública (SUS) do Brasil e comparar as técnicas de apendicectomia, por via laparoscópica e laparotômica.
MÉTODO: este trabalho utilizou informações do DataSus de 2008 a 2014 (http://datasus.saude.gov.br). Foram comparados os dados dos doentes submetidos à apendicectomia laparotômica com aqueles submetidos à apendicectomia laparoscópica.
RESULTADOS: ao se comparar o crescimento total das apendicectomias, a via laparoscópica aumentou 279,7%, enquanto o aumento da cirurgia laparotômica foi 25% (p<0,001) no período do estudo. Com relação aos custos com despesas médicas e hospitalares, a apendicectomia vídeo-laparoscópica representou apenas 2,6% do gasto total em apendicectomias realizadas por hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) com custo médio 7,6% inferior ao das cirurgias por via laparotômica, porém sem significância estatística. A taxa de mortalidade foi 57,1% menor na via laparoscópica quando comparado com a laparotômica.
CONCLUSÃO: vem havendo um aumento significativo da via laparoscópica no tratamento das apendicites, mas o método ainda é pouco utilizado nos doentes do SUS. Os custos da apendicectomia laparoscópica se mostraram semelhantes aos observados nos acessos laparotômicos.


Palavras-chave: Apendicite. Apendicectomia. Laparoscopia. Gastos em Saúde

Herniorrafia inguinal convencional com tela autofixante versus videolaparoscópica totalmente extraperitoneal com tela de polipropileno: resultados no pós-operatório precoce

Conventional inguinal hernia repair with self-fixating mesh versus totally extraperitoneal laparoscopic repair with polypropylene mesh: early postoperative results

José Antonio Cunha-e-Silva; Flávio Malcher Martins de Oliveira, TCBC-RJ; Antonio Felipe Santa Maria Coquillard Ayres, TCBC-RJ; Antonio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias, TCBC-RJ

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(3):238-244 : Artigo Original

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OBJETIVO: avaliar o resultado no pós-operatório precoce do tratamento da hérnia inguinal pela técnica convencional com tela autofixante versus videolaparoscópica totalmente extraperitoneal com uso da tela de polipropileno. Foram comparados, sobretudo, dor, tempo cirúrgico e complicações precoces.
MÉTODOS: estudo prospectivo, de série de casos, realizado na Clínica Cirúrgica A, do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG), no qual 80 casos consecutivos foram estudados. Apenas pacientes com hérnia inguinal unilateral, não recidivada e operadas em caráter eletivo foram incluídas no estudo. Os pacientes foram divididos em dois grupos, de 40 pacientes cada; grupo AF (técnica convencional com uso de tela autofixante) e grupo VL (técnica videolaparoscópica com uso de tela de polipropileno). Os pacientes foram acompanhados até o 45o dia de pós-operatório.
RESULTADOS: dos 80 pacientes operados no estudo, 98,7% pertenciam ao sexo masculino e a maioria era portadora de hérnia inguinal direita indireta (Nyhus II). Não houve diferença entre os grupos estudados no que diz respeito à dor e tempo operatório. No entanto, ocorreram mais complicações (seroma e hematoma) no grupo da cirurgia aberta.
CONCLUSÃO: as duas operações realizadas se mostraram factíveis, seguras e estão relacionadas à mínima dor pós operatório e a um baixo tempo cirúrgico.


Palavras-chave: Hérnia Inguinal. Laparoscopia. Escala Visual Analógica. Herniorrafia.

Modelo de programa de treinamento em cirurgia robótica e resultados iniciais

Model of a training program in robotic surgery and its initial results

Fernando Athayde Veloso Madureira, TCBC-RJ; José Luís Souza Varela, TCBC-RJ; Delta Madureira Filho, ECBC-RJ; Luis Alfredo Vieira D`Almeida; Fábio Athayde Veloso Madureira, TCBC-RJ; Alexandre Miranda Duarte, TCBC-RJ; Otávio Pires Vaz; José Reinan Ramos, TCBC-RJ

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(3):302-307 : Ensino

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OBJETIVO: descrever a implantação de um programa de treinamento em cirurgia robótica e apontar as operações em Cirurgia Geral que podem ser feitas com vantagens utilizando a plataforma robótica.
MÉTODOS: estudo prospectivo do Grupo de Cirurgia Robótica em Cirurgia Geral e Colorretal do Hospital Samaritano (Rio de Janeiro, Brasil), de outubro de 2012 a dezembro 2015. São descritas as etapas do treinamento e particularidades.
RESULTADOS: no período do estudo foram realizadas 293 operações robóticas em Cirurgia Geral: 108 cirurgias para obesidade mórbida, 59 colorretais, 55 cirurgias na área da transição esôfago-gástrica, 16 colecistectomias, 27 hérnias da parede abdominal, 13 hernioplastias inguinais, duas gastrectomias com linfadenectomia à D2, uma vagotomia, duas hernioplastias diafragmáticas, quatro cirurgias hepáticas, duas adrenalectomias, duas esplenectomias, uma pancreatectomia, uma anastomose biliodigestiva. O índice de complicações foi de 2,4% sem complicações maiores.
CONCLUSÃO: o Programa de Cirurgia Robótica do Hospital Samaritano foi implementado de forma segura e com resultados iniciais acima da literatura. Parece haver benefício em se utilizar a plataforma robótica nos super obesos, nas reoperações de cirurgia de obesidade e de hérnias de hiato, hérnias de hiato gigantes e para-esofágicas, hérnias ventrais com múltiplos defeitos e ressecções baixas de reto.


Palavras-chave: Procedimentos Cirúrgicos Robóticos. Capacitação em Serviço. Curva de Aprendizado. Laparoscopia. Cirurgia Geral.

A redução do número de pontos pode comprometer o resultado da cirurgia de Burch por via laparoscópica no tratamento da incontinência urinária de esforço? Revisão sistematizada e metanálise

Can reducing the number of stitches compromise the outcome of laparoscopic Burch surgery in the treatment of stress urinary incontinence? Systematic review and meta-analysis

Ricardo José Souza; José Anacleto Dutra Resende Júnior; Clarice Guimarães Miglio;Leila Cristina Soares Brollo; Marco Aurélio Pinho Oliveira; Claudio Peixoto Crispi

Rev. Col. Bras. Cir. 2017;44(6):649-654 : Artigo de Revisão

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A colpossuspensão retropúbica no tratamento da incontinência urinária de esforço vem sendo resgatada com a via laparoscópica. Alguns autores reduziram o número de suturas, de duas para uma, devido à dificuldade de sutura por esta via. Até que ponto essa modificação pode comprometer o resultado? Para responder a esta pergunta, foi realizada uma revisão sistemática e metanálise nas bases de dados MEDLINE/PubMed e LILACS/SciELO entre 1990 e 2015. Incluímos ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte, caso controle, comparando Burch laparoscópico versus Burch aberto e duas versus uma sutura no Burch laparoscópico, com follow-up mínimo de um ano. Quatorze estudos compararam Burch laparoscópico versus aberto, nos quais não encontramos diferenças entre as duas técnicas, utilizando uma sutura (Risco Relativo (RR) de 0,94 [IC 95% - 0,79-1,11]) e duas suturas (RR de 1,03 [IC 95% - 0,97-1,10]). Apenas um estudo comparou uma sutura versus duas suturas no Burch laparoscópico, com taxas de cura de 68% versus 87%, respectivamente (p-valor=0,02). Quando comparadas técnica aberta com duas suturas versus laparoscópica com uma sutura e técnica aberta com duas suturas versus laparoscópica com duas suturas, não identificamos diferenças. O estudo que comparou uma versus duas suturas laparoscópicas demonstrou resultado superior com a técnica de duas suturas. Apesar de não haver evidências robustas, quando a cirurgia de Burch for realizada por via laparoscópica, o uso de duas suturas parece ser a melhor opção.


Palavras-chave: Incontinência Urinária por Estresse. Laparoscopia. Resultado do Tratamento. Revisão. Metanálise.

Avaliação hemodinâmica de pacientes idosos durante colecistectomia vídeo-laparoscópica

Hemodynamic evaluation of elderly patients during laparoscopic cholecystectomy

Luiz Paulo Jacomelli Ramos, TCBC-RJ; Rodrigo Barcellos Araújo; Maria do Carmo Valente Castro; Maria Roberta Meneguetti Seravalli Ramos; José Antonio Cunha-e-Silva; Antonio Carlos Iglesias, ECBC-RJ

Rev. Col. Bras. Cir. 2018;45(2):1-7 : Artigo Original

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OBJETIVO: demonstrar as alterações hemodinâmicas durante a colecistectomia laparoscópica em pacientes idosos com auxílio da ecocardiografia trans-esofágica
MÉTODOS: foram estudados trinta e um pacientes idosos (com 60 anos de idade ou mais), ASA I ou II, submetidos à colecistectomia laparoscópica eletiva, sob anestesia geral padronizada, com aferição de parâmetros cardiovasculares através de ecocardiograma trans-esofágico em três momentos diferentes: antes do pneumoperitônio (T1), após a insuflação do CO2 (T2) e na desinsuflação (T3). As variações da pressão arterial sistólica, diastólica e média, da frequência cardíaca, do débito e do índice cardíaco, e da fração de ejeção foram avaliadas estatisticamente.
RESULTADOS: apesar de pequenas, somente as variações da pressão arterial diastólica (PAD) e da fração de ejeção (FE) foram estatisticamente significativas. A PAD, em mmHg, nos diferentes momentos, de acordo com a média e desvio padrão, foram: T1=67,5±10,3; T2=73,6±12,4; T3=66,7±9,8. E para a FE, em porcentagem (%), nos diferentes momentos, de acordo com média e desvio padrão, foram: T1=66,7±10,4; T2=63,2±9,9; T3=68,1±8,4. Não houve correlação estatística entre as variações hemodinâmicas, a idade e número de comorbidades dos pacientes.
CONCLUSÃO: a colecistectomia laparoscópica causa poucas alterações hemodinâmicas que são bem toleradas pela maioria dos pacientes idosos; o comprometimento prévio da função ventricular representa ameaça em pacientes idosos durante a cirurgia; parece haver menor efeito hemodinâmico causado pelo pneumoperitônio do que pelo posicionamento do paciente em Trendelemburg reverso durante a cirurgia.


Palavras-chave: Pressão Arterial. Hemodinâmica. Ecocardiografia Transesofagiana. Idoso. Laparoscopia. Pneumoperitônio Artificial.

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