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CBC - Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Journal of the Brazilian College of Surgeons

Número: 44.2 - 16 Artigos

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Artigo Original

Impacto do curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno na vida dos pacientes com úlcera venosa

Impact of non-adherent Ibuprofen foam dressing in the lives of patients with venous ulcers

Geraldo Magela Salomé; Lydia Masako Ferreira, TCBC-SP

Universidade do Vale do Sapucaí, Mestrado Profissional em Ciências Aplicadas à Saúde, Pouso Alegre, MG, Brasil

Endereço para correspondência

Geraldo Magela Salomé
E-mail: salomereiki@univas.edu.br geraldoreiki@hotmail.com.br

Recebido em 02/10/2016
Aceito em 15/12/2016

Fonte de financiamento: nenhuma.

Conflito de interesse: nenhum.

Resumo

OBJETIVO: avaliar a dor em pacientes portadores de úlcera venosa de membros inferiores que utilizaram curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno (CEI).
MÉTODOS: estudo prospectivo de pacientes portadores de úlceras venosas de membros inferiores tratados no período de abril de 2013 a agosto de 2014. Foram utilizados os questionários Escala Numérica e Questionário de Dor de McGille, as avaliações eram feitas no momento da inclusão do paciente no estudo e a cada oito dias, totalizando cinco consultas. Os pacientes foram divididos em dois grupos: 40 no Grupo Estudo (GE), que foram tratados com CEI, e 40 no Grupo Controle (GC), tratados com curativo primário, conforme o tipo de tecido e exsudato.
RESULTADOS: na primeira consulta os pacientes de ambos os grupos relataram dor intensa. No quinto dia os pacientes do GE relataram ausência de dor e a maioria do GC relatou dor moderada. Com relação ao Questionário de Dor de McGill, a maioria dos pacientes de ambos os grupos, no início da coleta de dados, relataram sensações relacionadas aos descritores sensorial, afetivo, avaliativo e miscelânea, sendo que entre os pacientes do GE houve discreta melhora após a segunda consulta. Após a terceira consulta já não referiram os descritores citados. Os pacientes do GC manifestaram todas as sensações desses descritores até quinta a consulta.
CONCLUSÃO: o curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno é eficaz na redução da dor de pacientes portadores de úlceras venosas.

Palavras-chave: Úlcera Varicosa. Extremidade Inferior. Medição da Dor.Ibuprofeno. Qualidade de vida. Assistência Centrada no Paciente.

INTRODUÇÃO

As úlceras venosas são consequência de insuficiência venosa crônica, decorrente de hipertensão venosa ocasionada por incompetência valvular das veias superficiais e profundas, da obstrução venosa ou da combinação destes fatores1,2. Acometem com maior frequência os membros inferiores e comprometem cerca de 5% da população adulta nos países ocidentais, com prevalência de 0,3%. Sua ocorrência aumenta com a idade, sendo superior a 4% em indivíduos com mais de 65 anos1,3. Podem apresentar exsudato e odor com necessidade de troca de curativos várias vezes por dia, com impacto no estilo de vida. É comum que o paciente apresente frustração e desesperança relacionadas ao tratamento, pois algumas destas lesões podem levar meses para cicatrizar4-7. Acarretam dor, edema, perda de mobilidade e afastamento das atividades profissionais, gerando, frequentemente, aposentadoria por invalidez. Como consequência da dor, que agrava ou gera dificuldade de locomoção, e da restrição das atividades da vida diária e do lazer, a úlcera venosa pode levar a alterações da qualidade de vida e da autoestima, e determinar quadros de ansiedade e depressão, que podem contribuir para o retardo do processo de cicatrização da úlcera8-15.

O curativo de espuma com Ibuprofeno (CEI) é um curativo não aderente, formado por espuma ligada a um filme semipermeável de poliuretano que permite que o Ibuprofeno seja liberado na ferida pela presença de fluidos ou exsudato. Trata-se de tecnologia inovadora, que promove melhor controle do exsudato, assegura um mínimo de risco de vazamento ou maceração da pele, traz alívio da dor durante o tempo de uso do curativo e durante suas trocas e promove um meio úmido16-18.

Este estudo teve como objetivo avaliar o impacto do curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno no controle da dor de pacientes portadores de úlceras venosas.

 

MÉTODOS

Estudo controlado, randomizado, analítico e prospectivo realizado no Ambulatório São João da Faculdade de Ciências da Saúde Dr. José Antônio Garcia Coutinho, após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o número 534.263.

Foram estudados 80 pacientes, divididos em dois grupos com 40 pacientes cada: Grupo Estudo (GE), tratados com CEI, e Grupo Controle (GC), tratados com curativo primário, conforme o tipo de tecido e exsudato. Os critérios de inclusão foram: idade igual e/ou superior a 18 anos, índice tornozelo/braço entre 1,0 e 1,4, pacientes que estavam fazendo uso de medicação para dor e que não estavam sendo tratados com terapia compressiva. Os critérios de exclusão foram: pacientes cujas feridas apresentavam sinais clínicos de infecção, alergia ao Ibuprofeno ou presença de erisipela adjacente à lesão. Foram excluídos do trabalho os pacientes faltosos ao atendimento no ambulatório, aqueles que durante o estudo estivessem tomando medicação para dor e pacientes que, durante estudo, a ferida apresentasse sinais clínicos de infecção ou alergia.

O trabalho foi realizado no período de abril de 2013 a agosto de 2014, sendo a primeira coleta de dados realizada no momento da inclusão do paciente no estudo, e depois a cada oito dias, totalizando cinco consultas. Nestas consultas, a ferida era avaliada e trocado o curativo primário, mas os pacientes foram orientados a trocar o curativo secundário sempre que ocorresse a saturação.

Os pacientes foram randomizados por processo de envelopes selados e opacos e foram guardados na central de randomização. Um indivíduo independente gerou uma sequência de números randômicos, colocando-os um a um nos envelopes selados. Os pacientes foram sorteados de forma consecutiva, por meio da retirada do envelope e da alocação em um dos grupos.

Os participantes responderam a questionário sobre dados sociodemográficos e clínicos. Para quantificar a intensidade de dor foi utilizada a Escala Numérica de dor, graduada de 0 a 10, em que 0 significa ausência de dor e 10 a pior dor já sentida. A intensidade de dor foi classificada em ausência de dor (0), dor leve (1-3), moderada (4-6) e intensa (7-10)19,20.

A qualidade da dor foi avaliada com a aplicação do Questionário de Dor de McGill. Esse questionário é constituído por palavras conhecidas como descritores, pois descrevem a sensação de dor que o paciente pode estar sentindo. Os descritores são organizados em quatro grandes grupos e em 20 subgrupos. Cada conjunto de subgrupos avalia um grupo. Os descritores abrangem as áreas: sensorial (subgrupo de 1 a 10), afetivo (subgrupo de 11 a 15), avaliativo (subgrupo 16) e miscelânea (subgrupo de 17 a 20)19,20. O grupo sensorial-discriminativo (subgrupos de 1 a 10) refere-se às propriedades mecânicas, térmicas, de vividez e espaciais da dor; o grupo afetivo-motivacional (subgrupos de 11 a 15) descreve a dimensão afetiva nos aspectos de tensão, medo e respostas neurovegetativas; os descritores do componente cognitivo-avaliativo (subgrupo 16) permitem ao doente expressar a avaliação global da experiência dolorosa. Os subgrupos de 17 a 20 compreendem itens de miscelânea. Cada subgrupo é composto por dois a seis descritores qualitativamente similares, mas com nuances que os tornam diferentes em termos de magnitude. Assim, para cada descritor corresponde um número que indica sua intensidade.

A partir do questionário de McGill, pode se chegar às seguintes medidas: número de descritores escolhidos e índice de dor. O número de descritores escolhidos corresponde às palavras que o doente escolheu para explicar a dor. O maior valor possível é 20, pois o doente só pode escolher, no máximo, uma palavra por subgrupo. O índice de dor é obtido com o somatório dos valores de intensidade dos descritores escolhidos. Estes índices podem ser obtidos no total e para cada um dos quatro componentes do questionário: padrão sensitivo, afetivo, avaliativo e subgrupo de miscelânea.

A análise estatística foi realizada no SPSS 11.5. Para análise estatística foram utilizados os seguintes testes: teste de Mann-Whitney e teste do Qui-quadrado. Para todos os testes estatísticos foram considerados os níveis de significância de 5% (p≤0,05).

 

RESULTADOS

As variáveis sociodemográficas dos participantes podem ser vistas na tabela 1. Verifica-se que a maioria dos participantes de ambos os grupos eram da cor branca, sexo feminino, idade acima 60 anos, aposentados e fumantes. Com relação à escolaridade, 18 participantes (45%) do GE eram analfabetos e 29 pacientes (72,50%) do GC tinham apenas o ensino fundamental.

 

 

No que se refere à lesão, na tabela 2 pode se observar que a maioria dos pacientes de ambos os grupos conviviam com a úlcera por seis a dez anos e as lesões apresentavam exsudato e odor.

 

 

A tabela 3 mostra que a maioria dos pacientes de ambos os grupos tinham diabetes mellitus, hipertensão arterial e não eram cardiopatas.

 

 

Na tabela 4 podemos observar que na primeira avaliação os pacientes de ambos os grupos relataram dor intensa; na segunda, a maioria dos pacientes do GE relatou dor moderada. Já no GC, 20 (50%) relataram dor moderada e 19 (47,50%) dor intensa. Na terceira avaliação, a maioria dos pacientes do GE relatou dor leve e os pacientes do GC relataram dor moderada. Na quarta avaliação, a maioria dos pacientes relatou ausência de dor. No GC, a maioria relatou dor moderada. Na quinta consulta, a maioria dos pacientes relatou ausência de dor. No GC, a maioria relatou dor moderada.

 

 

A tabela 5 possibilita observar que a maioria dos pacientes de ambos os grupos relatou os descritores sensorial, afetivo, avaliativo e miscelânea. O GC manteve o relato destes descritores até a quinta avaliação, com discreta melhora, porém, o GE apresentou melhora significativa durante a primeira e até a quinta consulta.

 

 

DISCUSSÃO

A doença venosa crônica é, no Brasil, a 14ª causa de afastamento temporário do trabalho. Esses dados representam um sério problema de saúde pública, que atinge diversas faixas etárias, diferentes etnias, ambos os sexos, com reflexo nos gastos públicos e interferência na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Constatou-se que a maioria dos pacientes era fumante e com baixo grau de escolaridade, dados que se assemelham aos de outras pesquisas5-7,17,21,22. Entre os participantes do estudo verificou-se predomínio de mulheres. Infere-se que a ocorrência de úlcera venosa no sexo feminino esteja associada a fatores hormonais, à gravidez, ao puerpério e à maior incidência de veias varicosas, o que pode favorecer o surgimento da insuficiência venosa crônica. Este predomínio deve-se também, em parte, à longevidade feminina, uma vez que, até a idade dos 40 anos, o número de casos se distribui com certa igualdade entre os sexos23-25.

Com relação ao tabagismo, sabe-se que o fumo prejudica a oxigenação dos tecidos, diminui a resistência do organismo, deixando-o mais suscetível à infecções e retarda a cicatrização. Além disso, o tabagismo altera a síntese de colágeno, dificultando a cicatrização de feridas. A nicotina produz vasoconstrição, que aumenta o risco de isquemia e de desenvolvimento de úlceras, e as úlceras, quando já existentes, apresentam dificuldade na cicatrização. Nesses casos, o processo celular é interrompido e funções anormais decorrem de fatores sistêmicos, locais ou ambos no processo da cicatrização26.

A dor em feridas decorre da lesão tecidual e a percepção da dor depende de inúmeros fatores relacionados ao paciente, ao tipo de ferida, à quantidade e à intensidade de estímulos externos19,20. A pele é ricamente inervada, o que lhe confere a capacidade de captar vários tipos de estímulos, e a presença de infecção e necrose agrava o processo doloroso das feridas. A dor crônica pode ser considerada como a perpetuação da dor aguda, não tem função biológica de alerta e gera sofrimento. Em geral, não ocorrem respostas neurovegetativas como as encontradas na dor aguda, sendo essas decorrentes da adaptação dos sistemas neuronais27.

Dor é uma das principais causas do sofrimento de qualquer pessoa doente. Estudos nacionais e internacionais relatam que aproximadamente 80% da procura das pessoas pelos serviços de saúde são motivadas por dor. A dor crônica acomete 30 a 40% dos brasileiros e constitui a principal causa de absenteísmo, licenças médicas, aposentadorias por doença, indenizações trabalhistas e baixa produtividade no trabalho28,29. A dor é um sintoma muito frequente em pacientes com úlcera venosa e sua prevalência varia entre 80 e 96% nesse grupo de pessoas. Pode ser persistente e/ou ser exacerbada durante as trocas de curativo. A dor pode também influenciar negativamente a cicatrização, pois o estímulo doloroso está associado à liberação de mediadores inflamatórios, que potencialmente reduzem a reparação tecidual e a regeneração16,30-32.

No presente estudo, todos os pacientes, dos dois grupos, referiram dor intensa no início da coleta de dados, porém os participantes do GE, que foram tratados com o curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno, apresentaram melhora significativa da dor na segunda semana de tratamento. Com relação ao GC, após a quarta consulta, os pacientes relataram dor moderada, enquanto os pacientes do GE relataram ausência de dor.

Estudo em que se utilizou curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno, os autores concluíram que esse curativo foi eficaz no alívio da dor16. Também em nosso estudo, os pacientes tratados com CEI apresentaram melhora significativa após primeira semana de tratamento.

Em estudo em que os autores descreveram as características da dor nos pacientes com úlceras crônicas do pé, a amostra foi composta por 90 pacientes, e utilizada a escala numérica e Questionário de Dor de McGill. A intensidade média da dor relatada era 7,56 e os descritores sensíveis foram usados mais frequentemente para descrever a dor. Os autores concluíram ser necessário que os profissionais, ao avaliarem os pacientes com estas feridas, utilizem um instrumento para avaliar a dor e elaborem um plano assistencial para que possam ter melhora da dor e da qualidade de vida33,34.

O Questionário de Dor de McGill avalia aspectos sensoriais, afetivos e avaliativos da dor, descrevendo a experiência dolorosa que os pacientes apresentam. A dimensão sensitivo-discriminativa avalia os aspectos têmporo-espaciais, mecânicos e térmicos da dor; a dimensão afetivo-motivacional envolve aspectos de tensão, medo, autopunição e respostas neurovegetativas; e a dimensão cognitivo-avaliativa avalia a situação global do indivíduo e representa um julgamento baseado nas características sensoriais e afetivas, na experiência prévia e no significado da situação19,20,35.

Em outro estudo com 24 pacientes com dor, os autores investigaram o efeito do curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno. A dor persistente na ferida apresentou diminuição de uma média de 6,3±2,2 - 3,0±1,7 após 12 horas e permaneceu baixa em seguida. A dor na troca de curativo também diminuiu e manteve-se baixa. Assim como nós, os autores concluíram que o curativo de espuma não aderente com Ibuprofeno reduziu a dor de pacientes portadores de úlcera venosa crônica36.

 

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