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CBC - Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Journal of the Brazilian College of Surgeons

Número: 44.5 - 17 Artigos

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http://www.dx.doi.org/10.1590/0100-69912017005011

Artigo Original

Levantamento epidemiológico das fraturas de face do Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre – RS

Epidemiological study of facial fractures at the Oral and Maxillofacial Surgery Service, Santa Casa de Misericordia Hospital Complex, Porto Alegre – RS – Brazil

Rodrigo Andrighetti Zamboni1,2; João Carlos Birnfeld Wagner1; Maurício Roth Volkweis1; Eduardo Luis Gerhardt1; Elissa Muller Buchmann2; Caren Serra Bavaresco2

1 - Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial, Porto Alegre, RS, Brasil
2 - Universidade Luterana do Brasil, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Canoas, RS, Brasil

Endereço para correspondência

Caren Serra Bavaresco
E-mail: c_bavaresco@yahoo.com.br / tutoracarensb@gmail.com

Recebido em 28/04/2017
Aceito em 22/06/2017

Fonte de financiamento: nenhum.

Conflito de interesse: nenhum.

Resumo

OBJETIVOS: pesquisar a incidência e etiologia dos traumas de face com diagnóstico de fratura facial atendidos no Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
MÉTODOS: estudo epidemiológico, transversal, retrospectivo de 134 pacientes vítimas de trauma com 153 fraturas faciais.
RESULTADOS: o gênero mais acometido foi o masculino (86,6%) e sua incidência foi maior na faixa etária dos 21 aos 30 anos. A principal etiologia foi a agressão (38,8%), seguida de acidentes automobilísticos (14,2%), acidentes motociclísticos (13,4%), quedas (9%), atropelamentos (6,7%), acidentes esportivos (5,2%), acidentes de trabalho (5,2%), ferimentos por arma de fogo (4,5%) e acidentes ciclísticos (3%). As fraturas mais frequentes foram as do complexo zigomático (44,5%), seguidas das fraturas da mandíbula (42,5%), osso maxilar (5,2%), ossos próprios nasais (4,5%) e arco zigomático (3,3%).
CONCLUSÕES: as fraturas do complexo zigomático e da mandíbula foram as de maior incidência nos traumas de face, e tiveram como principal causa as agressões físicas.

Palavras-chave: Epidemiologia. Traumatismos Faciais. Cirurgiões Bucomaxilofaciais.

INTRODUÇÃO

Trauma é o problema de saúde pública com maior potencial de ser prevenido e tratado. Assim, o entendimento da causa e da severidade das lesões maxilofaciais podem contribuir para o estabelecimento de prioridades clínicas e de pesquisa para o efetivo tratamento e prevenção destes traumatismos1. O trauma está entre as principais causas de morte e morbidade no mundo, representando 7,4% a 8,7% dos atendimentos efetuados nas emergências2. A elevação do nível de expectativa de vida, o crescimento urbano e de suas formas de locomoção, as crises de desemprego e o consumo de álcool e drogas nas diversas regiões, alteram os padrões de idade, sexo, etiologia e frequência das lesões faciais3.

Os estudos com finalidade de investigação dos tratamentos e complicações dos traumatismos faciais permitem quantificar e qualificar as sequelas destas lesões4. As principais causas de fraturas faciais incluem os acidentes automobilísticos e as agressões. Outras causas são as quedas, os acidentes esportivos e os acidentes de trabalho5-7. Em alguns países, a redução dos acidentes automobilísticos pela instituição de medidas de segurança e legislações para punição de irregularidades na condução de veículos, elevou as agressões físicas e os acidentes esportivos à condição de principais agentes causadores de lesões traumáticas bucomaxilofaciais8. Fica, assim, evidente a necessidade de campanhas de prevenção dos principais agentes etiológicos dos traumatismos faciais, de modo a contribuir com a redução deste tipo de ocorrência.

O objetivo deste estudo é determinar a incidência e etiologia dos traumas de face com diagnóstico de fratura facial atendidos no Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (CTBMF) do Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, RS, Brasil.

 

MÉTODOS

Este trabalho foi realizado após aprovação pelo comitê de Ética em pesquisa da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre sob o protocolo de n° 460/09. Trata-se de estudo epidemiológico transversal retrospectivo de 134 pacientes com 153 fraturas faciais atendidos no período de janeiro de 2004 a dezembro de 2008. Os dados avaliados consideraram o agente etiológico da lesão, idade e sexo do paciente, bem como a localização das fraturas.

Os agentes etiológicos foram divididos em nove grupos: agressão, queda, acidentes automobilísticos, ciclísticos, motociclísticos, acidentes por esporte, acidente de trabalho, lesões por arma de fogo e atropelamentos.

As fraturas do esqueleto facial foram classificadas em: osso mandibular, complexo zigomático, ossos maxilares, ossos próprios nasais e arcos zigomáticos9,10. As fraturas de órbita estão inclusas nas fraturas do complexo zigomático, pois este participa do assoalho da órbita como também da formação da parede lateral11. As fraturas dento-alveolares foram incluídas no grupo das fraturas do osso correspondente ao arco fraturado, e as fraturas exclusivamente dentárias foram excluídas das estatísticas.

Os dados coletados nos prontuários foram analisados e anotados em fichas específicas, sendo uma ficha para cada prontuário. Foram extraídos os seguintes dados: identificação do paciente, faixa etária, gênero, agente etiológico da fratura facial e classificação da fratura facial. Foi realizada análise descritiva dos dados, calculando frequência e percentual para as variáveis categóricas, enquanto que para as variáveis quantitativas foi calculada média e desvio padrão. Para identificar os fatores associados com o local do trauma utilizou-se ANOVA com comparações múltiplas de Tukey, para as variáveis quantitativas, e teste qui-quadrado ou exato de Fisher para as variáveis categóricas. Os dados foram analisados no software SPSS 12.0 e o nível mínimo de significância adotado foi de 5%.

 

RESULTADOS

Em relação ao perfil dos pacientes atendidos, este estudo verificou que o sexo masculino foi o mais acometido, representando 86,6% das fraturas de face, quando comparado ao sexo feminino (13,4%), estabelecendo uma proporção de aproximadamente 6:1. Em relação à distribuição das frequências e percentuais referentes às faixas etárias, foi verificado que a faixa etária mais atingida foi dos 21 aos 30 anos com 41 casos (30,6%), seguida da faixa etária dos 31 aos 40 anos de idade, com 38 pacientes (28,4%).

Quanto aos agentes etiológicos, foram registrados 52 casos (38,8%) de agressão; 19 casos de acidente automobilístico (14,2%); 18 casos de acidente motociclístico (13,4%); 12 casos de queda (9%); nove de atropelamento (6,7%); sete de acidente esportivo (5,2%); sete de acidente de trabalho (5,2%); seis de ferimento por arma de fogo (4,5%) e quatro casos de acidente ciclístico (3%) (Tabela 1).

 

 

Na distribuição de pacientes com fraturas faciais de acordo com o agente etiológico e em relação à média de idade verificou-se, através da Análise de Variância complementada pelo Teste de Comparações Múltiplas de Tukey, que os pacientes com fratura de face devido a acidentes esportivos foram mais jovens (24,86 anos) que os pacientes que tiveram fratura de face devido a acidente de trabalho (47 anos), ou queda. As demais etiologias não diferiram entre si no que diz respeito à idade (Tabela 2). Acidentes automobilísticos, acidentes motociclísticos, acidentes ciclísticos e atropelamento foram agrupados no item acidentes de trânsito.

 

 

Das 153 fraturas faciais, 68 (44,5%) ocorreram no complexo zigomático, 65 (42,5%) osso mandibular; oito (5,2%) no osso maxilar; sete (4,5%) nos ossos próprios nasais e no arco zigomático foram registradas cinco fraturas (3,3%) (Tabela 3). Em relação ao número de fraturas faciais tanto no sexo masculino, quanto no sexo feminino, o osso mandibular foi o mais acometido. Nenhum dos tipos de fratura facial avaliados neste estudo mostrou predileção por gênero, de acordo com o teste qui-quadrado e exato de Fisher.

 

 

A distribuição das fraturas faciais em relação à faixa etária pode ser vista na tabela 4. Não se encontrou diferença significativa no tipo de fratura de acordo com a faixa etária.

 

 

Com relação à frequência e percentual do agente etiológico relacionado à região da fratura facial verificou-se, através do Teste Exato de Fisher, que não houve diferença significativa no tipo de fratura de acordo com a etiologia. Relacionando gênero e agente etiológico das fraturas de face, observou-se neste estudo que há diferença na etiologia de acordo com o gênero: os homens apresentaram mais fraturas por agressão (42,2%) enquanto que as mulheres apresentaram mais fraturas por atropelamento (22,2%) e queda (27,8%).

 

DISCUSSÃO

Os resultados de um levantamento epidemiológico dos traumas de face de uma população devem ser avaliados de acordo com uma série de variáveis relacionadas aos indivíduos e à região estudada. Ellis et al.12, salientam que a causa da lesão e a área geográfica onde ocorreu, o nível socioeconômico da população, o período de estudo e a mobilidade da população, podem alterar os resultados do estudo e evidenciar os mais variados padrões de apresentação dos traumatismos. Dados obtidos neste estudo revelaram que os dois principais fatores etiológicos das fraturas faciais são as agressões e os acidentes de trânsito. Há três décadas os estudos apontavam os acidentes por veículos automotores como a principal causa dos traumas faciais9,10. Porém, estudos atuais no Brasil mostram uma participação cada vez maior da agressão física como fator etiológico de trauma facial devido ao aumento da violência urbana que, entre outros problemas, está associado aos conflitos socioeconômicos e emocionais aos quais muitos indivíduos são submetidos, principalmente os mais jovens6,11.

Ações públicas como controle do excesso de velocidade e punição severa para motoristas alcoolizados, bem como a introdução de dispositivos de segurança, como o uso obrigatório do cinto de segurança e do capacete, air bags, barras de proteção laterais e a evolução da indústria automobilística como um todo, são responsáveis pelo decréscimo do número de traumas faciais devido à acidentes com veículos automotores10,13. Os resultados apresentados neste estudo estão de acordo com outras evidências da literatura que relatam que as agressões foram a principal causa das fraturas de face3,11,14-19. No presente estudo, as agressões resultaram em 38,8 % dos casos, sem levar em consideração os ferimentos por arma de fogo.

O segundo agente etiológico mais envolvido foram os acidentes automobilísticos, somando 14,2% das fraturas faciais, estando de acordo com a literatura. Quando estudados em conjunto com atropelamentos, acidentes motociclísticos e acidentes ciclísticos, aquele percentual se eleva a 37,3%. Estes dados mostram uma realidade preocupante pois, mesmo somando todos os tipos de acidentes de trânsito, o índice de trauma facial ainda ficou mais baixo que o das agressões16. Outros estudos, entretanto, ainda apontam que o agente etiológico mais frequente são os acidentes automobilísticos3,20-23. Talvez isto se deva à inclusão de pacientes vítimas de trauma de face nas décadas de oitenta e noventa, quando o uso dos equipamentos de proteção nos veículos não eram obrigatórios, principalmente no Brasil10,13.

De acordo Adebayo et al.5, as etiologias dos traumas de face variam com as condições socioeconômicas de cada região, por isso, ambos relatam em seus estudos, feitos em diferentes regiões, divergências quanto ao principal fator etiológico. Desta forma, Thomson et al.23 verificaram que a maioria das fraturas faciais foram promovidas por quedas ao solo e Subhashraj, Ramkumar e Ravindran24 concluíram em seu estudo que o acidente motociclístico foi o principal fator etiológico. Em nosso estudo estes agentes representaram a quarta e a terceira causas de fratura de face respectivamente.

Acidentes de trabalho foram o agente etiológico com média de idade mais alta (47 anos), enquanto os acidentes esportivos tiveram a média de idade mais baixa (24,86 anos). A queda é o principal mecanismo de trauma na faixa etária acima de 40 anos, e geralmente tem relação com a presença de múltiplas doenças9,19,25. No entanto, Macedo et al.11 afirmam que a queda mostrou ser importante mecanismo de trauma nos extremos de idade. Karyouti26 relatou que as crianças estão constantemente envolvidas em atividades esportivas e exercícios arriscados, sem o uso de equipamentos de proteção apropriados e longe da supervisão dos responsáveis, contribuindo para a elevação do número de fraturas faciais. Como o atendimento a crianças no setor onde foi realizado este estudo é restrito, não foi possível confrontar estes dados6,27.

Com relação à idade, a amostra estudada revelou que a maior prevalência das fraturas faciais ocorre na faixa etária dos 21 aos 30 anos e dos 31 aos 40 anos, ao contrário de outros estudos em que a faixa etária predominante foi dos 61 aos 70 anos5,9,15,17,20-23,28-34. Para Reis et al.14, a faixa etária mais acometida foi dos 11 aos 30 anos. Isto se deve ao fato de que nesta faixa etária os indivíduos expõem-se mais aos fatores de risco, pois estão em plena atividade física e profissional7. Evidências na literatura revelam um elevado número de fraturas e traumas faciais causados pela pratica de esportes, entre eles o futebol, hóquei, rugby e luta livre, o que traz em discussão o incentivo do uso de equipamentos de proteção individual do paciente7.

As fraturas do complexo zigomático foram responsáveis por 44,5% do total das fraturas deste estudo, seguidas pelas fraturas de mandíbula, com um percentual de 42,5%, ambas em concordância com a literatura revisada5,20,21-23,26,28,30,31,34. Contudo, há uma grande discordância entre os autores pesquisados, onde a fratura dos ossos próprios do nariz se mostrou mais prevalente em diversos estudos17,29,32. Já para Alvi, Doherty e Lewen16, a fratura orbitária foi a mais prevalente.

A relação do tipo de fratura com a etiologia do trauma não mostrou diferença neste estudo. Alguns estudos constataram que a maioria das fraturas de mandíbula são resultados de agressão física, acidentes de trânsito, arma de fogo, acidente com trabalhadores industriais e acidente provocado durante a prática de esportes7,19. Segundo Greenberg e Haug25, as agressões físicas geram mais fraturas de mandíbula, complexo zigomático e ossos próprios do nariz, ao passo que acidentes com veículos motorizados, promovem mais fraturas nos ossos maxilares.

Assim como na maioria dos estudos, nosso trabalho mostrou predominância das fraturas de face em homens5,9,11,15,20,34. Thomson et al.23, entretanto, identificaram o sexo feminino como mais prevalente. Observou-se neste estudo que há diferença na etiologia de acordo com o sexo, em que os homens apresentam mais fraturas por agressão (42,2%) enquanto que as mulheres apresentam mais fraturas por atropelamento (22,2%) e queda (27,8%).

Silva34 enfatiza que o trauma não deve ser encarado apenas como um problema médico, mas também social e econômico. Os custos dispendidos no atendimento das vítimas por parte das equipes de saúde, os danos às propriedades envolvidas no momento do trauma, as perdas de salários e as incapacidades permanentes ou transitórias conduzem frequentemente a dificuldades na reinserção social das vítimas e o seu retorno ao mercado de trabalho. Todos estes fatores, somados aos inconvenientes familiares e desgaste psicológico no cuidado aos pacientes revelam uma repercussão muito maior desta doença, que merece constante atenção pelas instituições de saúde que prestam assistência aos traumatizados de face.

Esta pesquisa fornece dados para um melhor esclarecimento dos principais agentes etiológicos de fraturas faciais e sobre os ossos mais acometidos na população estudada, sendo de fundamental importância para o planejamento, organização e melhoria do atendimento desses pacientes.

 

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