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CBC - Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Journal of the Brazilian College of Surgeons

Número: 44.6 - 16 Artigos

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http://www.dx.doi.org/10.1590/0100-69912017006002

Artigo Original

Fatores de risco associados às complicações de apendicite aguda

Risk factors associated with complications of acute appendicitis

Ana Paula Marconi Iamarino; Yara Juliano; Otto Mauro Rosa; Neil Ferreira Novo; Murillo de Lima Favaro; Marcelo Augusto Fontenelle Ribeiro Júnior

Universidade Santo Amaro e Hospital Geral do Grajaú, Cirurgia Geral, São Paulo, SP, Brasil

Endereço para correspondência

Marcelo Augusto Fontenelle Ribeiro Júnior
E-mail: mfribeiro@unisa.br /mribeiro@cwaynet.com.br

Recebido em 23/05/2017
Aceito em 27/07/2017

Fonte de financiamento: Bolsa de iniciação científica - UNISA-SP.

Conflito de interesse: nenhum.

Resumo

OBJETIVO: identificar os principais fatores de risco associados ao desenvolvimento de complicações em pacientes portadores de apendicite aguda.
MÉTODOS: estudo caso controle de dados dos prontuários de 402 pacientes internados com apendicite aguda em um hospital de nível secundário, separados em dois grupos: grupo controle, com 373 pacientes que evoluíram sem complicações pós-operatórias (Grupo 1) e grupo estudo, com 29 pacientes que apresentaram complicações (Grupo 2). Foram avaliados dados demográficos, sinais e sintomas da doença, exames de imagem e dados da internação.
RESULTADOS: os fatores associados às complicações foram febre, alterações radiológicas e ultrassonográficas, descompressão brusca positiva e diarreia. Migração da dor, náuseas, vômitos e descompressão brusca positiva foram os achados significativamente mais frequentes nos dois grupos (p=0,05). Já a duração dos sinais e sintomas, em dias, no grupo 2 foi significativamente maior que no grupo 1, com mediana de três dias para o grupo com complicações (p=0,05).
CONCLUSÃO: alterações nos exames de imagem, febre, diarreia, descompressão brusca positiva, tempo de duração de sintomas e menor faixa etária estão associados à maior frequência de complicações na apendicite aguda, o que reforça a importância da anamnese, do exame físico e da indicação de exames complementares na abordagem desses pacientes.

Palavras-chave: Apendicite. Apendicectomia. Complicações Intraoperatórias. Diagnóstico.

INTRODUÇÃO

O abdome agudo inflamatório engloba as principais afecções vistas por cirurgiões que trabalham nos serviços de urgência no mundo. É um quadro clínico que varia desde diagnósticos simples, autolimitados e benignos, até aqueles que ameaçam à vida e que necessitam de uma intervenção cirúrgica rápida. Cerca de 6,5% dos atendimentos em serviços de Emergência são por dor abdominal1.

A apendicite aguda (AA) representa a afecção cirúrgica mais comum no abdome. Apresenta incidência de 48,1 por dez mil habitantes, por ano, e seu pico de incidência ocorre em pacientes entre os dez e 20 anos de idade. O risco geral ao longo da vida é estimado entre 5% e 20%, sendo de 8,6% para homens e 6,7% para mulheres2,3. Afeta aproximadamente 250 mil pacientes por ano nos EUA e é responsável por pelo menos 40 mil admissões hospitalares, por ano, na Inglaterra1. Os sinais e sintomas costumam ser de anorexia, cólica periumbilical, náuseas e vômitos, seguidos de febre moderada (38°C) e sinais de inflamação peritoneal no quadrante inferior direito do abdome4,5. Muitos destes achados, no entanto, podem ocorrer em outras afecções clínicas ou cirúrgicas, tais como linfadenite mesentérica, hemorragia intraperitoneal, salpingite aguda, endometriose, diverticulite de Meckel, entre outras5. O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica e confirmada por meio de contagem de leucócitos, ultrassonografia (US) e estudos radiográficos do abdome2,6. O diagnóstico incorreto é mais frequente em crianças, em mulheres e em idosos6. A acurácia de uma boa anamnese, aliada a um exame físico bem realizado, é de 95% em pacientes que apresentem quadro clínico clássico7. As complicações decorrentes da evolução do processo inflamatório agudo como supuração, perfuração com ou sem hemorragia e gangrena do apêndice são graves, tornando a cirurgia precoce fundamental, a fim de conter a evolução do quadro5.

O tratamento da apendicite aguda é a apendicectomia, convencional ou laparoscópica. Contudo, a antibioticoterapia isolada, com drogas contra bactérias Gram negativas e anaeróbicas, tem sido utilizada, uma vez que apresenta potencial para reduzir consideravelmente os custos associados à cirurgia8,9. Estudos sugerem que a terapia não cirúrgica é segura, desde que o paciente tenha um seguimento adequado e possa ser submetido ao tratamento operatório, se necessário8.

Mas, apesar do progresso tecnológico no diagnóstico e na terapêutica, a apendicite aguda continua sendo importante causa de morbidade e mortalidade, principalmente nos extremos etários, nos quais os sinais e sintomas podem não ter a apresentação clínica clássica. Esse estudo tem como objetivo avaliar os principais fatores de risco associados ao desenvolvimento de complicações em pacientes com apendicite aguda.

 

MÉTODOS

Estudo caso-controle, por meio de análise de dados dos prontuários de pacientes internados com diagnóstico de apendicite aguda, no ano de 2013, no Hospital Geral do Grajaú (HGG - Instituto de Responsabilidade Social Sírio Libanês) e na Universidade Santo Amaro. Os dados foram obtidos no Sistema de Gerenciamento de Internação, e incluiu todos os pacientes com diagnóstico de apendicite aguda nesse período, independente da faixa etária.

Pacientes com suspeita de apendicite aguda eram submetidos à avaliação clínica e laboratorial conforme protocolo institucional de dor abdominal. Na presença de achados clínicos que sugeriam apendicite, prosseguiu-se com exames de imagem (radiografias do abdome, ultrassonografia e/ou tomografia computadorizada). Com o diagnóstico firmado, a cirurgia era realizada por meio de incisão na fossa ilíaca direita.

Foram avaliados dados demográficos, sinais e sintomas da doença, exames de imagem e dados da internação, assim como as seguintes complicações pós-operatórias: abscesso intra-abdominal, sepse e infecções de ferida.

Na análise estatística foram utilizados o teste G de Cochran, teste do Qui-quadrado, teste Exato de Fisher, teste Mann-Whitney, teste Kendall de concordância10.

O presente trabalho foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Santo Amaro, sob o parecer de número: 624735.

 

RESULTADOS

Foram estudados 402 pacientes, divididos em dois grupos: grupo controle (Grupo 1) de pacientes que não apresentaram complicações pós-operatórias (n=373) e grupo de estudo (Grupo 2) composto por pacientes que apresentaram complicações (n=29). Dos 373 pacientes do grupo 1, 220 (59%) eram do sexo masculino e 153 (41%) do sexo feminino. A população pediátrica (até 12 anos de idade) correspondeu a 31%, ou seja, 116 pacientes. No grupo 2, 15 (52%) eram do sexo masculino e 14 (48%) do sexo feminino. A população pediátrica foi de 19 pacientes (65%).

No grupo 2 as complicações pós-operatórias observadas foram: abscesso intra-abdominal em 19 casos (65%), infecções de ferida em sete (24%) e sepse em seis (21%), sendo que três pacientes apresentaram duas complicações simultâneas. Em 62% dos pacientes do grupo 2 foi realizada drenagem da cavidade peritoneal.

A tomografia (TC) não foi realizada em 21 pacientes (72%) do grupo 1 e em 256 pacientes (68%) do grupo 2, por terem o diagnóstico confirmado por outros métodos.

A média de idade do grupo 1 foi de 21,9 anos (1 a 65 anos) e o tempo médio de internação de 3,05 dias. No grupo 2, a média de idade foi 16,9 anos (2 a 45 anos) e o tempo médio de internação de 13,1 dias.

Quanto às fases evolutivas da apendicite, segundo a descrição cirúrgica, o grupo 1 teve 55 (15%) pacientes em fase edematosa, 140 (38%) em fase flegmonosa, 99 (26%) em fase gangrenosa, 75 (20%) em fase perfurada e quatro (1%) pacientes com apêndices normais (apendicectomia tática). Já o grupo 2 teve três (10%) pacientes em fase edematosa, cinco (17%) em fase flegmonosa, oito (28%) em fase gangrenosa e 13 (45%) em fase perfurada.

A partir do teste G (de Cochran), compararam-se as frequências dos fatores para os dois grupos e observou-se que os seguintes fatores associados à apendicite, migração da dor, náusea e vômito e descompressão brusca dolorosa (DB+), foram significativamente (p=0,05) mais frequentes nos dois grupos (Tabela 1).

 

 

Na comparação entre os grupos controle e estudo, com relação às frequências dos fatores apresentados, utilizou-se o teste do Qui-quadrado ou teste Exato de Fisher (Tabela 2).

 

 

Houve diferenças significativas entre os grupos para os seguintes fatores: anorexia (grupo 1> grupo2), febre (2>1), alteração no exame de radiológico (2>1) e alteração no US (2>1). Os DB+ e diarreia sugerem diferenças entre os grupos (2>1 para ambos). Os demais fatores não apresentaram diferenças significativas entre os grupos.

As frequências dos fatores associados foram ordenadas de forma decrescente e aplicou-se o teste Kendall para analisar a concordância entre os grupos, conforme a tabela 3, que sugere concordância em seis dos nove fatores analisados. Houve discordância entre os grupos em apenas três fatores: anorexia, diarreia e alterações radiológicas.

 

 

Para avaliar a duração da queixa principal (dor abdominal) e comparar os grupos controle e de estudo, utilizou-se o teste de Mann-Whitney, no qual foi possível observar que a duração dos sinais e sintomas, em dias, do grupo 2 foi significativamente maior que o grupo 1 (p=0,05), conforme tabela 4.

 

 

DISCUSSÃO

Estudos mostram que o pior prognóstico na apendicite aguda ocorre em pacientes idosos e com comorbidades associadas, assim como um maior tempo de evolução da doença e à ocorrência de perfuração apendicular11. As complicações encontradas em pacientes submetidos à apendicectomia relacionam-se habitualmente à fase em que a doença é diagnosticada e tratada. Estudos de Petroianu et al.6, com relação à classificação morfológica da apendicite apontaram que entre 170 pacientes estudados, 23 estavam na fase catarral, 99 na fase fibrinopurulenta, 31 na gangrenosa e 17 na perfurativa. Esse estudo confirmou a relação entre complicação e fase da apendicite, uma vez que 45% dos pacientes do grupo com complicações apresentou-se com perfuração do apêndice. E no grupo controle (sem complicações) predominou a fase flegmonosa (38%). Conforme o esperado, o grupo de estudo apresentou tempo de internação consideravelmente maior que o grupo controle, 13,2 dias, conforme observado também nos nossos casos.

Segundo Fischer et al.12, num total de 272 apendicectomias avaliadas, das quais 88 (32,3%) em fase catarral, 79 (29%) em fase flegmonosa, 70 (25,3%) em fase supurativa e 35 (12,8%) em fase gangrenosa, observou-se que o tempo médio de internação foi de 4,3 dias (2 a 36 dias). Reis et al.7 analisaram 300 casos de apendicite aguda e observaram, quanto à evolução anatomopatológica, que houve predomínio da forma flegmonosa (71,3%). Em 63 casos ocorreu perfuração característica da forma gangrenosa.

Mendoza et al.13 analisaram 113 pacientes submetidos à apendicectomia, sendo 55,8% homens e 44,2% mulheres, com média de idade de 28,2 anos (6 a 86 anos). A duração dos sintomas foi de 12h em 22,1%, 12 a 24 horas em 31,8%, 24 a 48h em 33,6%, 48 a 72h em 10,6% e mais de 72h em 1,7%. Observaram 19 pacientes em fase edematosa, 41 pacientes em flegmonosa, 22 em fase gangrenosa, quatro em fase perfurada e seis em fase perfurada com peritonite. Os 21 restantes apresentaram apêndices normais.

Petroianu et al.6 identificaram que o sinal radiográfico de acúmulo fecal no ceco esteve presente em 165 dos 170 pacientes portadores de apendicite aguda. A sensibilidade do sinal radiográfico para apendicite aguda foi de 97% e sua especificidade foi de 85,3%. O valor preditivo positivo desse sinal para apendicite aguda foi de 78,9%, enquanto seu valor preditivo negativo destaca-se com 98%. Outro estudo, no entanto, mostrou que a radiografia simples do abdome não deve ser solicitada, pois possui baixa especificidade e sensibilidade, enquanto a US possui sensibilidade de 75 a 90% e especificidade de 86 a 100%, mas depende de um operador qualificado1. Estudos relacionados ao US mostraram que a sensibilidade do US variou entre 68 e 96% e especificidade de 46,7 a 95,9%, com VPP entre 82,2 e 94% e precisão de 65,7 a 87%14-17. A TC possui sensibilidade e especificidade de 90 a 100% e 91 a 99%, respectivamente. Estudos obtiveram sensibilidade variando entre 91,2 e 98,5%, especificidade de 62,5 a 98%, valor preditivo positivo (VPP) de 92,1 a 98% e acurácia de 90%16-20. Os achados da TC consistem de dilatação da luz do apêndice, espessamento da parede, presença de fecalitos e inflamação1. Em nossa amostra 72% dos pacientes do grupo de estudo e 68% dos pacientes do grupo controle não realizaram TC, uma vez que foi possível se confirmar o diagnóstico por meio de outros métodos como radiografias simples e US, sendo que estes, quando positivos, foram correlacionados como fatores de risco associados às complicações. Embora a literatura destaque a TC como método de escolha no diagnóstico de apendicite, essa ferramenta nem sempre está disponível.

Lima et al.14 observaram maior prevalência no adulto jovem (60%), com predomínio do sexo masculino. O tempo médio de internação foi de sete dias, sem diferenças significativas entre os sexos. A fase evolutiva mais frequente foi a fase II com 34,3%. Dos pacientes diagnosticados na fase IV 65,8% eram homens. O tempo de hospitalização foi maior nessa fase, com uma média de 12,4 dias, havendo diferença significativa entre a fase I e a fase IV (p=0,001). Oitenta e um pacientes fizeram uso de drenos por, em média, 4,8 dias e o tempo médio de internação foi de 10,4 dias. Dos pacientes estudados, 196 foram submetidos apenas à antibioticoprofilaxia com amoxicilina/clavulanato em 64,3% dos casos. Estes pacientes tiveram menor tempo de internação quando comparados àqueles que não realizaram a profilaxia. Trinta e oito pacientes (5,9%) evoluíram com complicações no pós-operatório, sendo infecção de ferida operatória (52,6%) e deiscência de ferida (26,3%) as mais frequentes. Também houve complicações por abscesso intra-abdominal, sepse e fístula. Dezessete pacientes morreram (2,7%). Entre estes, a maioria era do sexo masculino, a média de idade foi 38,4 anos, 70,6% possuíam AA complicada e 47% foram diagnosticados na fase IV, havendo correlação direta entre a fase evolutiva e o óbito. Quanto às causas, 53% deveram-se ao choque séptico e 47% a causas desconhecidas ou indeterminadas.

Apesar de novos e melhores antibióticos, de avanços em imagem e de cuidados de suporte, um grande número de pacientes com apendicite aguda desenvolve sérias complicações e tem recuperações mórbidas e prolongadas8. Silva et al.2 consideraram como principais fatores de morbidade as infecções de ferida cirúrgica e abscessos intra-abdominais e que a fase perfurada contribuiu para o aumento dessas complicações. Determinaram como principais fatores de risco para as complicações de apendicectomias: o sexo feminino, apendicite necrótica ou perfurada e drenagem da cavidade. Um estudo recente mostrou que a taxa de perfuração dos pacientes com apendicite foi de 16%. A duração média desde o início dos sintomas até a admissão hospitalar foi de 4,4 dias. Os fatores que contribuíram para a perfuração do apêndice incluíram erro diagnóstico e na abordagem inicial do paciente (56%), atraso na internação (11%) e uso de analgésicos (9%)21.

No nosso estudo observou-se relação entre as complicações e a fase da apendicite. Foi também observada relação entre a duração dos sintomas e o desenvolvimento de complicações. Sabe-se que quanto maior a duração dos sinais e sintomas, maior o risco de perfuração do apêndice e consequentemente de complicações pós-operatórias2. Estes resultados reforçam a importância da anamnese, do exame físico e dos métodos complementares no diagnóstico da apendicite aguda, especialmente na presença dos fatores de risco para complicações apontados: pacientes abaixo de 12 anos, presença de febre, DB+, diarreia, exames de imagem com alterações, além da longa duração dos sinais e sintomas.

 

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